sábado, 28 de julho de 2012

05/08 - The Pretty Reckless


Taylor Momsen vem ao Brasil pela primeira vez para apresentar-se com sua banda a já aclamada The Pretty Reckless.

A banda, formada em 2009, teve seu primeiro CD lançado pela gravadora Interscope Records no ano passado. Light Me Up é uma crônica honesta de experiências de Momsen, filtrada por seu ponto de vista único. “O CD é sobre a vida e cobre tudo: amor, morte e música em si. É rock and roll, sexo, drogas, religião, política. Cada canção conta uma história sobre os ensaios e atribulações emocionais e lutas que eu tenho experimentado ou observado. Não é um disco pop feliz, mas não é satânico. As letras não são destinadas a serem interpretadas literalmente, estão abertas à interpretação. Este álbum é a expressão mais honesta de quem eu realmente sou”, conta ela.



As canções, todas escritas por Momsen e Ben Phillips com o seu produtor Kato Khandwala, mostra uma mistura de emoções - às vezes alternando entre a raiva e uma vulnerabilidade machucada. Destaques para Make Me Wanna Die - também usada como a música de abertura do desfile anual da marca Victoria's Secret realizado em novembro último -, Blender, Superhero, Miss Nothing, My Medicine, Since You’re Gone, Just Tonight e You.

A banda tem em sua atual formação Ben Phillips (Guitarra), Mark Damone (Baixo), Jamie Perkins (Bateria) e Taylor Momsen (Vocal) e já tocou ao lado de nomes como Paramore e Ke$ha e em novembro de 2011 foi convidada para abrir os shows do Guns 'n' Roses nos Estados Unidos.

Mais de Taylor Momsen

Fã de Beatles, Led Zeppelin, The Who, Pink Floyd, Audioslave, Soundgarden, Oasis, Nirvana, Courtney Love, Debbie Harry (Blondie), Joan Jett e Cherie Currie (The Runaways), Momsen é uma jovem inteligente e com muitos complexos, e por isso desenvolveu uma identidade forte, apesar de crescer na indústria do entretenimento notoriamente crítica e instável. Nascida e criada em St. Louis, Missouri, passou a maior parte de seu tempo em Nova York. Aos dois anos de idade assinou um contrato para uma agência de modelos e um ano depois começou a atuar profissionalmente, aparecendo em comerciais e em filmes como O Grinch, estrelado por Jim Carrey. Mas seu barato mesmo sempre foi a música.

Mais em: http://www.theprettyreckless.com

CIRCO VOADOR
19 HORAS
INGRESSOS:
Inteira R$160
Meia/Promo R$80

04/08 - Tom Zé


Tom Zé lança novo disco de canções inéditas, Tropicália Lixo Lógico, em versões em cd e vinil, que será celebrado com show de lançamento no dia 4 de agosto, no Circo Voador. Desde “Estudando o Samba” (1976), Tom Zé produz discos conceituais baseados em uma teoria própria que o faz criar músicas com o intuito de defender uma tese. Em Tropicália Lixo Lógico, ele revisita os anos 60 de olho no futuro da canção, com a participação de jovens nomes da música popular: Emicida, Mallu Magalhães, Rodrigo Amarante e Pélico, além do estreante Washington.

Com sua habitual irreverência, Tom Zé reverencia os símbolos tropicalistas em um álbum que é, ao mesmo tempo, conceitual e leve. O mergulho nas origens da Tropicália trouxe a base teórica para o artista criar canções que carregam o espírito tropicalista com a pegada direta que marcou aquele movimento. Apoiado pela banda formada por Lauro Léllis, Jarbas Mariz, Cristina Carneiro, Felipe Alves e Renato Léllis, e com a produção musical cuidada por Daniel Maia, que também acrescentou seu talento de músico às faixas, Tom Zé imprimiu ao disco uma atmosfera fresca, intercalando o que são, nas palavras dele, “canções de tese festeira, e canções de festa sem tese”.

A tese

Olhando para o senso comum que atribui o nascimento da Tropicália a fatores externos como o rock internacional e a Oswald de Andrade, Tom Zé se pergunta: como teria acontecido a convergência de idéias que resultou no movimento? Elaborando a questão, o artista propõe que a origem da Tropicália reside em um momento anterior, que ele denominou de “creche tropical”. Nele os bebês baianos Gil, Caetano, Gal, Tom Zé e colegas tropicalistas provêm da cultura moçárabe, que entregava aos bebês um conhecimento baseado na oralidade. Indo à escola, com cerca de sete anos, essas crianças têm acesso a  outro pensamento formal baseado na razão, o aristotélico.

Até então, os “analfatóteles” não organizavam as idéias de forma cartesiana. Na escola, alfabetizados por essa tradição comum a todos os ocidentais, o aprendizado moçárabe era atirado na lata de lixo do cérebro, o hipotálamo. Lá ficava essa memória do conhecimento da infância, que descansou durante anos, até o momento em que o choque do rock internacional, Oswald, Rita, Agripino, Zé Celso & cia dispararam o gatilho, fazendo com que o lixo lógico saísse do hipotálamo e fosse, finalmente, para o espaço nobre do córtex cerebral. A partir daí, as idéias que repousavam na inconsciência vieram à tona e resultaram em um movimento que trazia a soma das duas culturas: a moçárabe e a formal artistotélica.

Esse grupo levou, segundo Tom Zé, a cultura brasileira da Idade Média à Segunda Revolução Industrial, agindo como heróis civilizadores da juventude brasileira. É essa aproximação sonora dos jovens artistas da Tropicália que Tom Zé quis destacar, ao buscar a origem do movimento em Tropicália Lixo Lógico.

O disco

Ao estudar as razões que possibilitaram a existência da Tropicália, Tom Zé apresenta dezesseis canções que buscam o apelo popular que o movimento sempre se esforçou para manter, refletindo a variedade musical que o artista gosta de experimentar. A partir do, digamos, rap Apocalipsom A (O fim no palco do começo), escrito de forma nordestina e cantado com o acento urbano de Emicida, Tom Zé explica o princípio de sua tese: “Diabo e Deus numa sala / Firmou-se acordo solene / De unir em casamento / A fé e o conhecimento / Casou-se com muita gala / O saber de Aristóteles / Com a cultura do mouro / Para ter num só filhote / O duplicado tesouro”.

Mallu Magalhães empresta sua voz a duas faixas: a pulsante Tropicalea Jacta Est, título inspirado na expressão em latim “a sorte está lançada”, e O Motoboi e Maria Clara, música delicada sobre (e para) os motoqueiros que têm uma vida tão violenta. A observação do cotidiano está presente na cômica Aviso aos passageiros e em NYC Subway Poetry Department, cuja letra, em inglês, Tom Zé escreveu em parceria com seu professor da língua, e que conta ainda com a bela voz de Rodrigo Amarante. A canção A Terra, meus filhos é uma séria digressão sobre a natureza e suas crias, amaciada por um ritmo que lembra uma boa Bossa Nova.

Jucaju e De-de-dei Xa-xa-xá (ao lado de Pélico) revelam um aspecto do disco que remete a  brincadeiras sonoras, leveza, e ao espírito livre de fazer canção. Em Tropicália Lixo Lógico (com a participação do pernambucano Washington), a tese é destilada na letra, valorizando a qualidade musical. Enquanto Debaixo da Marquise do Banco Central faz uma observação cruel sobre um amor dificultado pelo desequilíbrio social, Navegador de canções, escrita em 1972 e ainda inédita, traz um Tom Zé trovador romântico. O romance também é base para Amarração do Amor, que fala da feitiçaria para capturar o amado, ao passo que Não tenha ódio no verão sugere que "O ódio pega / Como planta que se rega, / Mas no peito que navega / A pessoa fica cega."

Com produção executiva de Milena Machado, e patrocínio do programa Natura Musical através da Lei de Incentivo à Cultura do MinC, o álbum tem projeto gráfico assinado por Richard Vignais (com obras de arte de Rodrigo Villas Bôas), que relembra a importância dos pedaços na formação de um todo, reprisando a idéia de que o que constitui uma obra são as suas partes, desde a formação, durante o processo, para chegar à obra final.

CIRCO VOADOR
22 HORAS
INGRESSOS:
Inteira R$80
Meia/Promo R$40

03/08 - Pepper


O trio havaiano está de volta ao Brasil depois da elogiada participação no Festival SWU  em 2011 e farão shows em Belo Horizonte, São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre.

Liderada pelo vocalista e baixista Bret Bollinger, a banda que agora vive na Califórnia, também é composta pelo guitarrista/baixista Kaleo Wassman e pelo baterista Yesod Williams, A Banda Pepper, apresenta uma mistura de ska com reggae, e já se apresentou ao lado de The Wailers, 311, Burning Spear e Snoop Dogg, retorna em agosto, para apresentações exclusivas em algumas das principais casas de show do país.

A marca registrada da banda, formada em 1997, são apresentações performáticas e divertidas. A despretensiosa irreverência dos integrantes fica evidente nas conhecidadas “Freeze”, “Dirt hot sex”, “Point and Shoot” e “Creen hell”, todas presenças obrigatórias no set list da Pepper.

CIRCO VOADOR
22 HORAS
INGRESSOS:
Inteira R$120
Meia/Promo R$60

03/08 - EmContraCultura



O festival “EmContraCultura” é a resposta daqueles que deixaram de lado o conformismo e partiram para a ação. O projeto nasceu da iniciativa de Tico Santa Cruz, do Detonautas, que reune as bandas Ponto de Equilibrio, Forfun e Oriente no dia 3 de agosto, sexta-feira, para um grande show na arena da Fundição Progresso.

FUNDIÇÃO PROGRESSO
22 HORAS
INGRESSOS:
Inteira R$60
Meia R$30

terça-feira, 24 de julho de 2012

29/07 - The Maine


The Maine volta ao Brasil e grava DVD

Show no Circo Voador terá trechos registrados para o primeiro DVD da banda!

A receptividade do público durante a primeira turnê brasileira do The Maine foi tão intensa, que grupo decidiu gravar seu primeiro DVD o vivo em terras tupiniquins. A banda americana passa por Curitiba, São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Porto Alegre, em julho de 2012. No Rio de Janeiro, o The Maine aterrissa no Circo Voador, dia 29 de julho.

The Maine é uma banda de pop rock formada em 2007 na cidade americana de Tempe, Arizona. Foi formada inicialmente por Pat Kirch, Garrett Nickelsen, John O’Callaghan, Ryan Osterman e Alex Ross, quando eles ainda estavam cursando o ensino médio. O nome The Maine surgiu a partir de uma música chamada “Coast of Maine” da banda Ivory, que é uma das influências musicais do The Maine. O projeto começou somente com Pat e Garrett, mas logo Tim (irmão de Pat e empresário da banda) viu John cantando e tinha que mostrar o amigo para o irmão e o baixista. John não botava muita fé na sua voz, mas o público e os companheiros de banda sim.

Durante a primavera de 2007, Kennedy Brock, que era vocalista em uma banda chamada Last Call for Camden, entrou para o The Maine. Mas dessa vez somente como guitarrista e backing vocal. No mesmo ano, Ryan Osterman e Alex Ross saíram. Logo Jared Monaco ocupava o cargo de guitarrista e integrante mais "velho" da banda.

Depois de um primeiro EP lançado com sucesso, não demorou muito para que o grupo começasse a trabalhar firme em seu primeiro álbum, entrando em estúdio com os produtores multi-platina Matt Squire (Panic! at the Disco, All Time Low, The Cab) e Chris Lord Alge (Green Day, My Chemical Romance). Com o primeiro disco na rua, entraram em turnê com bandas famosas como Good Charlotte e Boys Like Girls.

"Can’t Stop, Won’t Stop" atingiu a posição 40 nas listas da Billboard e chamou a atenção de uma gravadora ainda maior, a Warner Music, que assinou contrato com The Maine.

No dia 6 de dezembro de 2011 a banda lançou seu novo álbum de estúdio chamado Pioneer, que logo atingiu o 11º lugar nos álbuns mais vendidos do iTunes, ficando à frente de artistas como Coldplay e Justin Bieber. Agora em 2012 o The Maine retorna ao Brasil com a tour The Pioneer World Tour.


CIRCO VOADOR
19 HORAS
INGRESSOS:
Meia/ promo - R$70
Inteira - R$140